Música
Eu não conhecia: VV Brown
Apr 16th
Filha de pai porto-riquenho e mãe jamaicana, a inglesa Vanessa Brown, mais conhecida como VV Brown, foi a minha descoberta da semana ao ouvir alguns minutos de rádio no carro. A cantora que cresceu em Northampton aprendeu a tocar piano e teve aulas de aprimoramento vocal desde cedo. Atualmente com 26 anos, teve como grandes influências musicais Aretha Franklin, Ella Fitzgerald e Dizzy Gillespie, o que explica o estilo de seu som.
A primeira música que conheci foi Shark in the Water, que é seu terceiro single lançado. A música chegou à 11ª posição na Billboard Pop 100, nos Estados Unidos, fazendo até mais sucesso do que no Reino Unido.
Suas músicas já estiveram em alguns programas americanos de TV, como Desperate Housewives, Ugly Betty, The Vampire Diaries e The Hills. Há a promessa de uma faixa de VV Brown na trilha sonora de algum futuro blockbuster. A também compositora lançou seu álbum Travelling Like the Light em 2009 e costuma colaborar com projetos de artistas amigos. Na moda, tem fotos em edições da revista Vogue e já chegou a desfilar em desfiles beneficentes promovidos por gente como Naomi Campbell.
Vale a pena acompanhar a carreira dela
(Outros singles: Crying Blood e Leave!)
Especial – Dia do Beijo
Apr 13th
Katharine McPhee nas telinhas
Apr 11th
Foi filmado nos estúdios da CBS, em Hollywood, no último dia 09, o piloto da série The Pink House, encomendada pela rede americana NBC e estrelada pela cantora Katharine McPhee.
Para quem viu a foto e não reconheceu, é sempre bom lembrar que McPhee participou da quinta edição do American Idol, em 2006, chegando até a grande final, ao lado do então vencedor Taylor Hicks. Para o lançamento de seu segundo álbum (Unbroken), em janeiro desse ano, surgiu com os cabelos descoloridos e mais curtos, chocando algumas pessoas que conheciam sua versão brunette.
Em entrevista à AP, Katharine disse que mudou de visual e estilo porque seu primeiro álbum tinha sido conduzido pela gravadora por um caminho mais pop e comercial. Em uma nova gravadora, tem agora a liberdade de se apresentar da forma que realmente é. Se deu certo? Unbroken estreou na posição 27 no ranking da Billboard 200 (o primeiro álbum, Katharine McPhee, estreou na 2ª posição em 2007).
The Pink House precisa ainda ser escolhida pela NBC para ir ao ar. Os fãs de Kat criaram um perfil no Twitter com informações exclusivas da série que nunca foi exibida. A própria Katharine também costuma dar notícias sobre as filmagens pelo seu perfil. Depois de ser apresentada, a série só continuará sendo produzida se o piloto tiver bons índices de audiência. Outros atores que participam são Zach Cregger, Michael Cassidy e Ashley Madekwe. Trata-se de uma comédia ambientada numa casa cor-de-rosa, na qual Emily (a personagem de Katharine McPhee) conhece outro dois jovens que também vieram do meio-oeste americano, e tentam juntos se dar bem na vida de Los Angeles.
Para mais informações, consulte um site sobre a série construído por fãs da cantora e atriz, já que ainda não existe um site oficial.
Glee on Oprah show!
Apr 8th
Ontem, dia 07/04, o programa da Oprah exibiu um especial sobre Glee – ganhador como melhor série ou musical dos últimos prêmios Globo de Ouro.
Além de bastidores e entrevistas, os atores da série também apresentaram alguns números musicas. Entre eles, Don’t Stop Believing!
E, se você é fã da série assim como eu, fique atento! Essa apresentação na Oprah deve ir ao ar no formato completo por volta do dia 14/04 no canal GNT, às 20hs, aqui no Brasil. E no dia 13 a série volta com episódios inéditos nos Estados Unidos. Prepare seu coração para as novas emoções…!
Eu não conhecia: Mayer Hawthorne
Apr 7th
Navegando pela internet me deparei com um som que me chamou a atenção logo de cara. Uma música animada e despretensiosa colocada em algum site com as mesmas características. Mas, sem citações ou nome, demorei um tanto pra descobrir do que se tratava. Apelei pro reconhecimento de música pelo iPhone e, finalmente, descobri: Your Easy Lovin’ Ain’t Pleasin’ Nothin’, de Mayer Hawthorne
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A partir de então, não consegui mais tirar a música da cabeça, e fui pesquisar mais sobre Mayer Hawthorne. Poucos sites citam ele em português e tudo que consegui descobrir veio da gringolândia. Além disso, seu único álbum até agora (A Strange Arrangement) só achei para comprar na iTunes Store americana. Ele se define como cantor, produtor, compositor, DJ, rapper (?) e um monte de outras coisas. Uma coisa que já percebi, é que ele curte fazer parcerias e produzir outros artistas.
Pelo que também descobri, o cara se chama na verdade Andrew Mayer Cohen e usa como sobrenome artístico o nome da rua onde cresceu em Michigan, nos EUA. Com influências da black music americana, lançou seu primeiro single com as canções “Just Ain’t Gonna Work Out” e “When I Said Goodbye” em novembro de 2008, no formato de um coração vermelho num disco de 7 polegadas!
Num segundo lançamento, vieram “Maybe So, Maybe No” e “I Wish It Would Rain“, em abril de 2009. O álbum completo (A Strange Arrangement), chegou as lojas em CD e LP em setembro de 2009.
Na minha opinião, vale a pena ouvir e conhecer. Para mais informções e fotos, visite o site oficial.
Rápidos e rasteiros
Feb 7th
Quando os publicitários têm que vender algum produto ou ideia, a melhor forma de atingir o objetivo é mexer com a emoção do público alvo. Conquistando a atenção e mobilizando os sentimentos, fica fácil vender celular ou cativar audiência para uma série de televisão.
E, aproveitando uma idéia criada com outras intenções, grandes empresas se aproveitam dos flash mobs para criar grandes eventos que, no mínimo, garantem repercussão. Originalmente organizados por pessoas “comuns” para se juntar em algum lugar público, praticar em conjunto rapidamente um ato inusitado e se dispersar em seguida, deram material para empresas como T-Mobile no Reino Unido e Fox na Itália mudarem a cara da publicidade tradicional.
Embora muita gente não considere os eventos patrocinados como flash mobs, a ideia é a mesma. Atores e dançarinos, misturados entre as pessoas que frequentam um lugar público, se juntam, dançam, cantam e divulgam um produto. A repercussão é tanta que algumas marcas se tornam especialistas nesse tipo de publicidade (como a T-Mobile UK e a companhia aérea TAP).
O primeiro evento do tipo que vi na internet foi o T-Mobile Dance, que rolou na Liverpool Street Station, na Inglaterra, no dia 15 de janeiro de 2009 e divulga a operadora de celular britânica, com o slogan Life’s For Sharing (ou a vida é para compartilhar, numa tradução livre). O video se tornou um dos mais vistos no YouTube na época, e tem diversas variantes (os ensaios dos dançarinos, a reação das pessoas que passavam no momento pela estação e o making of). Depois desse, a operadora organizou outros “flash mobs“.
A companhia aérea portuguesa TAP usou da mesma ideia pra divulgar a empresa no aeroporto internacional de Lisboa no Natal de 2009 (no Brasil, em 2010, promoveu alguma coisa parecida no aeroporto do Galeão, pra comemorar o aniversário da cidade do Rio de Janeiro). Nesse evento em Lisboa, a palavra flash nem faria sentido, uma vez que são mais de 7 minutos de dança e música… Chegando a deixar a coisa extensa:
E, na Itália, a Fox divulga a série americana Glee em um flash mob que aconteceu na Galleria Alberto Sordi, em Roma. Nesse caso, produto e divulgação até combinam, já que a série é uma comédia musical:
E então: qual seu favorito?



